Viagem de 7 dias conhecendo um pouco de Maceió, Recife, Paulo Afonso e Cânion do Xingó. Além dos destinos principais, visitamos Porto de Galinhas, litoral de Alagoas, e 1200 km dos trajetos rodados entre os destinos em 4 estados brasileiros: Alagoas, Pernambuco, Bahia e Sergipe.

Como no Nordeste chove pouco, todos os dias foram de sol. Como a intenção era ir a vários lugares, a melhor opção encontrada foi alugar um carro.
Comprei passagens promocionais da Gol, pesquisei hospedagens, atrações turísticas, meios de transporte, reservei o carro, tudo pela internet. Usando o Google Maps, mapa e GPS, tracei meu próprio roteiro, tendo assim total liberdade de escolher onde, quando e quanto tempo ficar em cada lugar.

Roteiro de viagem - Maceió, Recife, Paulo Afonso e Cânion do Xingó
Praia do Carro Quebrado – Alagoas

1º dia – Viagem de ida Vacaria (RS) a Maceió (AL)

De Vacaria até Porto Alegre são 240 km, que viajamos de carro que deixamos no prédio de estacionamento do aeroporto.
Pegamos o voo da Gol das 13:30 horas, com conexão em Guarulhos, chegando à Maceió às 20:30 horas, onde pegamos um táxi até o hotel reservado na Praia da Jatiuca.
A distância do aeroporto para o centro e qualquer uma das praias urbanas de Maceió, é de cerca de 25 km, em média.

2º dia – Maceió (AL) a Porto de Galinhas (PE) – 230 km

Litoral Norte de Alagoas

Fui as 8:00 da manhã na Localiza, pegar o carro alugado que estava reservado. Instalei o GPS já com alguns destinos programados, passei no hotel e seguimos pela rodovia AL 101, que acompanha o litoral norte de Alagoas.
O litoral de Alagoas é lindo, com seu mar azul turquesa, lugares pitorescos, pouco explorados pelo turismo, praias de mar calmo, repletas de coqueirais e com águas mornas.

Praia da Sereia - Riacho Doce - Alagoas
Praia da Sereia – Riacho Doce – Alagoas

A primeira parada foi na Praia da Sereia, em Riacho Doce. No local, a praia é protegida por recifes, formando piscinas naturais, ótimo lugar para banho, principalmente para crianças.
Onde termina os recifes a praia tem boas ondas e é repleta de coqueirais.
Seguindo um pouco adiante, às margens da rodovia, há um mirante onde se pode tirar belas fotos.

Praia do Carro Quebrado

Chegando à Barra de Santo Antônio, atravessamos a ponte e fomos abordados por um guia, que insistiu em nos guiar a um passeio com nosso próprio carro pela Praia do carro Quebrado.
Já havia visto fotos desta lindíssima praia, então resolvi fazer, mas fiquei na dúvida, pois conforme ele mesmo dizia, só os bugues faziam este passeio e durante a maré baixa.

Praia do Carro Quebrada - Alagoas
Praia do Carro Quebrada – Alagoas

Seguimos por uns vilarejos de pescadores até chegarmos ao local onde o carro entraria na praia. Parei um pouco antes para analisar o terreno e achei muito perigoso de ficar atolado na areia fofa que havia na entrada da praia, principalmente na volta que seria uma subida.
Mas novamente ele insistiu dizendo que havia levado um pessoal de São Paulo no dia anterior, então meu lado aventureiro falou mais alto e resolvi encarar.
Acelerei o carro para passar embalado pela areia fofa e como era descida, não encontrei muitas dificuldades, mas a questão seria a volta.

Rodamos por uns 7 km pela praia, por certos momentos dava um pouco de medo, pois parece que areia segurava e havia trechos que a praia era inclinada e não tinha muito espaço entre o mar e a areia mais fofa.

Praia do Carro Quebrado vista de cima das falésias
Praia do Carro Quebrado vista de cima das falésias

Chegamos até suas falésias coloridas, onde existe uma barraca e os nativos vendem garrafinhas com as areias coloridas formando desenhos.
Ficamos um tempo apreciando a paisagem e tirando fotos, depois voltamos pelo mesmo caminho até chegar no ponto crítico.

Parei o carro e todos desceram para aliviar o peso. Teria que passar embalado para vencer a subida na areia fofa e não ficar atolado, e para complicar tinha que fazer uma curva antes da subida.
Arranquei, passei para segunda marcha, o motor foi a 5000 giros, quando cheguei na parte plana e o motor estava quase morrendo a areia ficou firme…ufa…
Depois disso o guia nos levou até a parte de cima das falésias, através de acessos por estradas de terra entre um canavial.

Barra de Camaragibe - AlagoasSeguindo viagem, paramos para almoçar em restaurante beira-mar em Barra de Camaragibe. É um lugar paradisíaco onde o rio Camaragibe deságua no mar formando piscinas naturais ao lado de coqueirais.

Mais à frente, em Porto de Pedras, atravessamos o Rio Manguaba com um pequena balsa com capacidade para apenas 4 carros e chegamos a linda praia de Barreira do Coqueirão, outro recanto com paisagens incríveis.

Piscinas naturais de Maragogi
Piscinas naturais de Maragogi

Maragogi

Logo chegamos à Praia de Maragogi, um dos lugares mais conhecidos de Alagoas, por suas piscinas naturais localizados entre recifes que estão de 2 a 5 km da costa, onde os barcos levam os turistas, durante a maré baixa para mergulhar e nadar entre os peixes em suas águas incrivelmente transparentes.

Neste dia ainda adentramos o estado de Pernambuco e chegamos em Porto de Galinhas, ao cair da tarde, onde dormimos em uma pousada com apartamentos mobiliados.

Jangadas em Porto de Galinhas
Jangadas em Porto de Galinhas

3º dia – Porto de Galinhas (PE) a Recife (PE) – 100 km

Porto de Galinhas

Fomos cedo conhecer a famosa praia de Porto de Galinhas. Nesta praia não há ruas para veículos à beira-mar, somente para pedestres.
A praia é um espetáculo, com suas piscinas naturais incrivelmente transparentes e as jangadas com suas velas completando a paisagem.
Jangadas levam os turistas nas piscinas naturais mais à frente, junto aos recifes, mas também tem na beira da praia.

Porto de Galinhas - PernambucoA paisagem é mais bela pela manhã até o início da tarde, quando a maré está baixa.
A vontade de ficar mais foi muita, mas tivemos que seguir nossa viagem para Recife.
Chegando a Recife, entramos pela avenida que acompanha a Praia de Boa Viagem, passamos direto e decidimos conhecer Olinda primeiro.

Olinda

Olinda - PernambucoEm Olinda fomos até o Alto da Sé, local mais alta da cidade histórica, onde está o mirante que oferece vistas de toda cidade e de recife, ao fundo.
O local possui um belo patrimônio histórico com muitas igrejas e prédios antigos.
No local uma dupla de violeiros nos abordou e começou a fazer versos para nós, onde um faz um verso e o outro responde. É a maneira que ganham a vida, fazendo verso aos turistas para ganhar uma contribuição.
Subimos ao mirante e ficamos um tempo apreciando as vistas do centro histórico, da cidade de Olinda, e de Recife, depois descemos e experimentamos o acarajé local.

Recife

Feirinha Recife antigo
Feirinha Recife antigo

Voltamos à Recife para conhecer um pouco do centro antigo, que é repleto de pontes e prédios antigos.
Visitamos o Marco Zero, local onde ocorrem eventos e é ponto de encontro aos domingos.
Almoçamos por lá, depois seguimos até o hotel na Praia de Boa Viagem.
Nos instalamos no hotel, depois fomos curtir um pouco da praia.

Praia da Boa viagem - Recife
Praia da Boa viagem – Recife

Praia da Boa Viagem

A praia da Boa Viagem é conhecida por eventuais ataque de tubarões, em alguns pontos da praia, pode-se ver as placas alertando os banhistas deste perigo.
Quem quer curtir a praia da Boa Viagem deve aproveitar a manhã, quando a maré está baixa e se formam piscinas naturais antes dos recifes, que também protegem dos temidos tubarões. À tarde a maré sobe, os recifes somem e a água chega até as pedras do calçadão.

Igreja da Boa viagem - Recife
Igreja da Boa viagem – Recife

Ao anoitecer fomos a feirinha da Boa Viagem, onde está a igreja da Boa Viagem, a feira de artesanato e onde se concentram um aglomerado de barracas, onde se servem tapiocas doces e salgadas, pasteis e várias iguarias nordestinas.

4º dia – Recife (PE) a Paulo Afonso (BA) – 460 km

Tomamos o café, cedo no hotel e saímos cedo, cerca de 7:00 da manhã, pois a viagem seria longa, cerca de 460 km, de Recife até Paulo Afonso.
Com o GPS programado, saímos facilmente até a BR 101, mas de repente o trânsito parou totalmente, tanto nas 3 pistas expressas, como nas 2 laterais.
Liguei o rádio e logo veio a notícia que todas as saídas de Recife estavam trancadas por protestos do Movimento MST, com pneus queimando nas pistas. Com isso ficamos por 3:00 horas parados.

Canaviais do estado de Pernambuco (indo para Paulo Afonso)
Canaviais do estado de Pernambuco (indo para Paulo Afonso)

Quando liberados, seguimos nossa viagem passando por extensos canaviais, cenário que segue até o início do sertão e a vegetação da caatinga. Daí em diante, o cenário e árido e só se vê cactos e pequenas árvores secas, todas as casas possuem cisternas para captar as águas das escassas chuvas do sertão.
Quando se passa por uma ponte, é curioso ver o leito dos rios secos, geralmente só se vê areia e pedras.

Canal do Sertão - Alagoas
Canal do Sertão – Delmiro Golveia – Alagoas

De um ponto em diante, a viagem segue pelo estado de Alagoas, e quase chegando em Paulo Afonso, atravessamos 3 ramais do Canal do Sertão, canais de transposição do Rio São Francisco construídos para levar água a regiões secas do Nordeste.

Paulo Afonso – Entrando na Bahia

Ponte Dom Pedro - Rio São Francisco - Paulo Afonso
Ponte Dom Pedro – Rio São Francisco – Paulo Afonso

Logo chegamos a Paulo Afonso e nos deparamos com a magnífica Ponte Dom Pedro II, ponte metálica de 84 metros de altura, local de saltos de bungee jump e que atravessa o Cânion formado pelo Rio São Francisco, que divide os estados de Alagoas e Bahia.
O lugar é fantástico, com as águas do rio esverdeadas, contrastadas pelos paredões de pedra em um tom alaranjado e a majestosa ponte metálica unindo os dois lados.

Rio São Francisco - Paulo Afonso
Rio São Francisco – Paulo Afonso

A cidade de Paulo Afonso fica no extremo norte da Bahia, dentro de uma ilha formada à partir da construção do Complexo Hidrelétrico de Paulo Afonso, entre os lagos formados do Rio São Francisco.
Encontramos um bom hotel, onde jantamos, depois fomos conhecer o centro da cidade, que é bem organizada, pois foi construída planejada.

5º dia – Paulo Afonso (BA) a Feira Nova (SE) – 170 km

Usina de Paulo Afonso

Tomamos café no hotel e fomos até o posto de turismo. Para visitar o Complexo Hidrelétrico, se paga RS 50,00 por veículo e um guia acompanha em um percurso que leva aproximadamente 2:00 horas.
Nosso guia foi um senhor que trabalhou na construção do complexo que iniciou em 1948 e se estendeu por 50 anos.

Drenagem do complexo Hidrelétrico de Paulo Afonso
Drenagem do complexo Hidrelétrico de Paulo Afonso

O passeio vale muito a pena, pois o guia vai explicando e nos leva a vários locais dentro do gigantesco complexo. A visitação se inicia pelos mirantes das drenagens da represa que formam belas cachoeiras que deságuam no rio, lá embaixo com suas águas esverdeadas.

Visita Hidrelétrica Paulo AfonsoDepois fomos até o mirante com vistas para as comportas, ponte e do cânion, e em seguida entramos por um túnel por baixo da represa que leva até um mirante das turbinas.
Em seguida seguimos até o mirante da Cachoeira original de Paulo Afonso e até o lago formado por uma das represas.

Túnel que leva ao mirante das turbinas da usina de Paulo Afonso
Túnel que leva ao mirante das turbinas da usina de Paulo Afonso

Cânion do Xingó – Sergipe

Terminada a visita, seguimos nossa viagem com destino a Canindé de São Francisco e o Cânion do Xingó.
Passamos por uma região bastante seca na Bahia, depois entramos no estado de Sergipe. Chegando em Canindé nos informamos e fomos direto para o ponto de embarque para o passeio.
Para ir até o cânion, é preciso pegar um catamarã, junto ao complexo do restaurante Carrancas, que fica às margens do lago da Represa de Xingó, a uns 10 km da cidade.

Porto de Brogodó - Cânion do Xingó - Sergipe
Porto de Brogodó – Cânion do Xingó – Sergipe

Chegamos era quase meio dia, no local e avistamos o catamarã , já saindo.
Fomos até a bilheteria e os informaram que o próximo passeio só sairia somente dali 3 horas, mas que poderiam nos levar de lancha até alcançar o barco, sem qualquer custo adicional.

O passeio custa R$ 70 por pessoa, os catamarãs tem dois andares, capacidade para umas 100 pessoas e o passeio dura 1 hora de ida, 1 hora para ficar a vontade e mergulhar no local e mais 1 hora no percurso de volta.

Catamarã que faz o passeio no Cânion do Xingó
Alcançando o catamarã que faz o passeio no Cânion do Xingó

Tivemos sorte, pois ainda fizemos o passeio de lancha, que após uns 10 minutos alcançou o catamarã, encostou em sua traseira então trocamos de embarcação.
O barco segue pelo lago formado pela barragem acompanhando o leito natural do Rio São Francisco, depois entra por uma canal onde está a parte mais linda do passeio até o Porto de Brogodó, ponto final de parada.

Gruta do Talhado - Cânion do Xingó
Gruta do Talhado – Cânion do Xingó

O Porto de Brogodó é uma base flutuante onde os turistas ficam durante a parada.
No local há passeios de canoa, conduzidas por um barqueiro, que leva até as fendas estreitas do cânion. Este passeio custa R$ 5,00.

No local também é possível nadar em uma área cercada com grande profundidade ou em uma outra área pequena do parador flutuante que tem um fundo artificial com 1,5 metros de profundidade.

Porto de Brogodó - Cânion do Xingó
Porto de Brogodó – Cânion do Xingó

Depois de 1 hora iniciou-se o passeios de volta. Durante o percurso, tocam musicas nordestinas e nos 2 andares há uma copa onde podem ser comprados lanches e bebidas.

Desembarcamos no cais do restaurante Carrancas, onde o almoço estava sendo servido (R$ 30,00 o buffet livre), mas resolvemos almoçar na cidade de Canindé.
No caminho passamos pela majestosa Usina de Xingó, onde a rodovia passa ao lado do belo Rio São Francisco e o cenário é muito lindo. No local também há um bela praias no rio. Nota: Foi nesse local que Domingos Montagner morreu afogado.

Rio São Francisco - Usina do Xingó
Usina Hidrelétrica de Xingó e Rio São Francisco

Volta a Maceió

Após almoçar, seguimos viagem e como esqueci de levar o mapa ia seguindo indicações do GPS, mas as estradas da região estavam muito mal mapeadas, tanto que cheguei a uma encruzilhada e o GPS me mandava ir por uma estrada de terra. Voltei por 6 km até outra rodovia, seguimos em frente por ela e tracei uma nova rota.
Neste dia, fomos dormir na cidade de Feira Nova, no estado de Sergipe.

Balsa no Rio São Francisco - Penedo - Alagoas
Balsa no Rio São Francisco – Penedo – Alagoas

6º dia – Feira Nova (SE) a Maceió (AL) – 270 km

Resolvemos voltar por um roteiro que percorre o litoral sul de Alagoas, desta forma passamos a balsa do Rio São Francisco, na divisa de Sergipe e Alagoas, na cidade histórica de Penedo.

Seguimos pela rota do litoral, passando por muitos canaviais e mais próximo ao mar, por extensos coqueirais.
Entramos em algumas praias para conhecer, mas o destaque deste trecho foi o Mirante da Praia do Gunga, que fica à beira da rodovia AL-101. O mirante fica em uma região alta, junto a um restaurante com a vista de um enorme coqueiral a beira-mar e a Foz da lagoa do Roteiro, junto á praia formando um cenário fantástico. Aproveitamos para almoçar no local.

Mirante da Praia do Gunga - Alagoas
Mirante da Praia do Gunga – Alagoas

Passamos ainda para conhecer a bela praia de barra de São Miguel, toda protegida por um recife, formando uma enorme piscina natural, durante a maré baixa.

Maceió

Entramos em Maceió, sempre seguindo a beira-mar até o hotel reservado, na Praia de Jatiúca. Nos instalamos e fomos até a Praia de Pajuçara, melhor praia da capital, para curtir o mar.
À tardinha fui devolver o carro alugado na Localiza.

Maceió - Alagoas

7º dia – Maceió (AL)

Dia para curtir as praias de Maceió.
Este dia foi reservado somente para curtir a praia.
Pegamos um táxi até a Praia de Pajuçara e primeiro fomos conhecer a Feirinha de artesanato da Pajuçara, com grande variedade de artigos. Logo após, alugamos cadeiras e guarda-sol, e ficamos o dia inteiro na praia.
Pajuçara é bem arborizada, com sombreiros e coqueiros, possui águas calmas, transparentes e mornas.
Além disso há passeios de escuna e de jangada até as piscinas naturais que ficam a uns 200 metros da praia.
Voltamos de táxi para o hotel e à noite fomos comer pizza.

Praia Jatiúca - Maceió
Praia Jatiúca – Maceió

8º dia – Viagem de volta – Maceió (AL) a Vacaria (RS)

Pegamos um táxi até o aeroporto com tempo de sobra para fazer o check-in e pegar o voo das 12:30 h, com conexão em Guarulhos e chegada em Porto Alegre à 16:30 h, onde pegamos nosso carro no estacionamento e voltamos para Vacaria.

Dicas gerais:

  • No litoral nordestino o sol se põem bem cedo, entre 17:30 e 18:00 horas.
  • Não acorde muito tarde, pois o dia vai ficar bem curto e não vai aproveitar bem seu tempo.
  • Cuidado com os bancos de areia. Não se aventure com um carro comum pela areia, pois vai ficar atolado.
  • Não confie totalmente no GPS, pois as estradas secundárias são mal mapeadas, e bom sempre ter um mapa atualizado do local.
  • Aproveite mais as praias pela manhã, quando a maré está baixa e as piscinas naturais se revelam.
  • Faça o passeio às piscinas naturais pela manhã, com a maré baixa. Com a maré alta não vale a pena.

Leia também:
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1 COMENTÁRIO

  1. boa dica interessante porém,devemos tomar cuidado também em não se deslocar por maceió e regiões proximas á noite,pois existe muito assalto a turistas e visitantes desprecavidos que se deixam levar pela emoção e acabam entrando em apuros,cito como exemplo frequentar casas noturnas ou restaurantes que promovem show ao vivo a noite ,o que é muito comum para turistas,a região de serras de alagoas onde está a BR101 cito as áreas perigosas pra viajar de carro a tarde ou a noite palmeira dos indios e messias joaquim gomes e seus ramais para as estaduais são perigosas tem muito pirata do asfalto assaltando

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