Cavernas do Petar: Roteiro e dicas

Guia das cavernas do Petar. Dicas informações, roteiro de 3 dias

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Caverna Alambari de Baixo - Petar
Entrada da Caverna Alambari de Baixo

Desbravar as Cavernas do Petar é como entrar em outro mundo debaixo da terra. Salões gigantescos, rios subterrâneos e belíssimas formações de calcário são as principais atrações.

O Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira) abriga mais de 300 cavernas, inúmeras cachoeiras e atrações naturais.

O parque abriga também a maior porção de Mata Atlântica preservada do Brasil, considerada também uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo.

Com 12 cavernas visitáveis turisticamente, além de trilhas e cachoeiras, o Petar é o principal destino de ecoturismo do estado de São Paulo.

Neste post iremos detalhar informações importantes para você visitar o Petar e a Rota das Cavernas.

Cavernas do Petar - Caverna Temimina
Portal gigante na Caverna Temimina

Petar – Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira

O Petar se localiza no extremo sul do Estado de SP, entre as cidades de Apiaí e Iporanga. Criado em 1958, possui 35.712 hectares de área preservada entre montanhas e vales.

Além das mais de 300 cavernas do Petar, há dezenas de cachoeiras, trilhas, sítios arqueológicos e paleontológicos. É um dos melhores parques do Brasil para a prática de esportes de aventura com espeleo, rapel, boia cross, cascading, bike, entre outros…

Além do aspecto geológico e da flora, o parque abriga um grande número de espécies animais, como onças, antas, macacos, entre muitos outros. É bem comum ver rastros ou marcas de onça, principalmente na trilha da caverna Temimina.

Árvore arranhada de onça na trilha da Caverna Temimina
Árvore arranhada de onça na trilha da Caverna Temimina

Mas sem dúvida, o que mais atrai turistas e aventureiros ao parque são as Cavernas do Petar. Das mais de 300 cavernas, há 12 delas onde a visitação é permitida com o acompanhamento de guias credenciados.

O Petar SP é dividido em quatro “Núcleos” de visitação turística: Núcleo Santana, Núcleo Ouro Grosso, Núcleo Casa de Pedra e Núcleo Caboclos. Santana e Ouro Grosso são os mais visitados pela maior facilidade no acesso.

Caverna Santana - Petar
Porta retrato natural, ponto de fotos na Caverna Santana

Perguntas e respostas sobre as Cavernas do Petar

Segue abaixo algumas perguntas e respostas importantes para visitação:

  • É cobrado ingresso no parque Petar?
    Sim! O valor do ingresso é de R$16 por pessoa em cada núcleo (preço de 2020). Maiores de 60 anos e menores de 12 anos pagam metade.
  • É necessário reservar a visitação com antecedência?
    Sim! Atualmente é preciso fazer a reserva online. Há um limite de visitantes em cada caverna e por isso é recomendável comprar o ingresso com antecedência para não ficar sem.
  • É possível visitar as atrações por conta, sem guia?
    Não! É obrigatório estar acompanhado de um guia credenciado em todas as cavernas e na maioria dos atrativos. Há apenas algumas trilhas curtas liberadas sem guiamento.
  • Que roupas e equipamentos é preciso para visitar as cavernas?
    É obrigatório o uso de calça, camiseta (não pode ser regata) e calçado fechado. É obrigatório também o uso de lanterna e capacete (este último fornecido pelo guia).

Onde fica o Petar: Como chegar

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira fica no extremo sul do Estado de São Paulo, próximo da divisa com o Paraná.

As cidades de acesso são Apiaí e Iporanga, sendo que os dois principais núcleos (Santana e Ouro Grosso) ficam no bairro da Serra em Iporanga, entre as duas cidades.

As distâncias divulgadas abaixo foram calculadas tendo como destino o bairro da Serra. Basta colocar Petar no GPS no Google Maps que dá no bairro da Serra.

Mapa do Petar
Mapa do Petar

Como chegar às Cavernas do Petar a partir de Curitiba

Curitiba ao Petar pelo Rastro da Serpente

Saindo de Curitiba a distância é de 190 km pelo caminho mais próximo.

A Estrada do Ribeira (rodovia BR-476) é bastante sinuosa, chamada de Rastro da Serpente, o que aumenta o tempo de viagem, que é de 4,5 horas aproximadamente.

Depois de Apiaí, o caminho de 27 km é pela SP-165, em estrada de terra estreita e com muitos buracos até os núcleos Santana e Ouro Grosso.

Estrada entre Iporanga e Apiai
Estrada entre Iporanga e Apiai

Curitiba ao Petar por Jacupiranga

Outra alternativa é ir pela BR-116 e depois entrar em Jacupiranga, pegando a SP-193 e em Eldorado a SP-165 até o Petar.

Por este caminho a distância aumenta para 290 km (5h de viagem), porém pega em torno de 65% de estrada duplicada. O trecho final de 13 km entre Iporanga e o Petar é de estrada de terra cheia de buracos.

É a melhor opção para ir de Curitiba ao Petar, se a ideia for passar na Caverna do Diabo primeiro.

Como chegar ao Petar a partir de São Paulo

Saindo de São Paulo a distância é de 330 km (6 h de viagem). O caminho é pela BR-116 duplicada até Jacupiranga, pegando a SP-193 e depois e em Eldorado a SP-165 até o Petar.

Outro caminho é ir por Sorocaba e Itapetininga pegando a BR-373 até Apiaí e finalmente a SP-165 até as cavernas do Petar. São 350 km e o tempo de viagem é de aproximadamente 6 horas.

Quando ir às Cavernas do Petar SP

Caverna da Água Suja - Petar
Cachoeira no interior da Caverna da Água Suja

O Petar pode ser visitado em qualquer época do ano, porém, dependendo das atrações que você vai visitar, é melhor ir fora da época das chuvas.

Algumas cavernas que tem a trilha pelo rio subterrâneo (como Água Suja e Alambari) podem ficar interditadas em dias de chuva mais forte, devido ao risco de trombas d’água. Já para visitar as Cavernas do Petar que são secas, não faz diferença.

A melhor época para visitar o Petar é entre abril e novembro, quando costuma chover menos. Já entre dezembro e março costuma ser mais chuvoso.

Trilha do Betari - Petar
Trilha do Betari, às margens do rio

Mas não é uma regra! Nossos 3 dias no Petar em dezembro foram bem aproveitados. Pegamos chuva na volta de duas trilhas e na Caverna Alambari fizemos uma trilha alternativa porque o rio subterrâneo estava cheio.

O clima da região é o temperado úmido, com temperatura média anual de 21ºC, máximas de 27ºC, e mínimas de 15ºC.

Entrada da Caverna Morro Preto - Petar
Entrada da Caverna Morro Preto

Onde ficar no Petar: Iporanga e Apiai

Bairro da Serra – Petar

A principal porta de entrada do parque fica no bairro da Serra em Iporanga, a 13 km da cidade. Lá ficam as estradas dos núcleos Santana e Ouro Grosso onde está a maior parte das cavernas turísticas.

Com isso o bairro da Serra é o melhor local para se hospedar pela questão logística. Na vila há uma boa estrutura turística com várias pousadas, áreas de camping, restaurantes e mercado.

Conheça algumas boas opções no bairro de Serra:

Onde ficar no Petar - Glamping Margarito
Glamping Margarito

Ficar na cidade de Iporanga SP

Situada a 13 km do Petar, a cidade de Iporanga também é uma boa opção.
A vantagem é que oferece boas pousadas com valores mais acessíveis do que na Serra.
A desvantagem é os deslocamentos pela estrada de terra ruim, estreita e esburacada até o bairro da Serra.

Confira algumas boas opções de onde ficar em Iporanga:

Ficar na cidade de Apiaí SP

A cidade de Apiaí fica um pouco mais distante, a 27 km do bairro da Serra. Porém, fica no caminho para quem vai visitar o Núcleo Caboclos.

Confira uma boa opção de onde ficar em Apiaí:

Gold Inn Hotel – Nota: 8,9 – Ótimo custo benefício na cidade de Apiaí

Campimg no bairro da Serra

Para quem gosta de acampar há várias opções que oferecem estrutura básica no bairro da Serra. Abaixo segue uma lista de alguns:

Camping do Beijamim – (15) 3556 1510
Monjolo – (15) 3556 1284
Camping do Chita – (15) 3556 1454
Toca da Serra – (15) 99842 8164
Camping Moria – (14) 99737 7626
Pousada e Camping Rupestre – (15) 3556 1279
Camping do Dema – (15) 3556 1501

Onde comer no bairro da Serra

A vila é pequena e não há muitas opções. recomendamos o restaurante do Sr Abílio, que serve uma comida caseira deliciosa e a Pastelaria da Zeni.

Núcleos do Petar – Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira

O parque é dividido em 4 núcleos onde ficam as portarias e as infraestruturas receptivas. Conheça um pouco sobre cada núcleo do parque e suas cavernas turísticas:

Núcleo Santana

Petar - Parque estadual turístico Alto Ribeira
Trilha da caverna Santana

O Núcleo de Santana é o principal núcleo de visitação onde estão as principais cavernas do Petar. Por oferecer acesso fácil, a apenas 4 km do bairro da Serra é o mais visitado.

Cavernas turísticas: Caverna de Santana, Caverna do Morro Preto, Caverna do Couto, Caverna da Água Suja e Caverna do Cafezal.

Outras atrações: Cachoeira do Couto, Cachoeira das Andorinhas e Cachoeira do Betarizinho, Trilha do Betari, Piscina Natural do Betari, e Mirante da Santana.

Núcleo Ouro Grosso

Caverna Alambari de Baixo - Petar
Entrada da Caverna Alambari de Baixo

Também se localiza no Bairro da Serra com acesso fácil, porém possui apenas duas cavernas visitáveis.

Cavernas turísticas: Caverna do Ouro Grosso, Caverna do Alambari de Baixo.

Outras atrações: Piscina Natural do Rio Betari, Museu Casa de Farinha, Trilha da Figueira.

Núcleo Caboclos

Caverna Temimina - Petar
Portal gigante na Caverna Temimina

O Núcleo Caboclos, apesar de estar bem no meio da área do parque, é o mais afastado. Fica a 40 km de Apiai, 68 km do bairro da Serra e a 81 km de Iporanga, sendo 13 km por estrada de chão batido.

No núcleo Caboclos estão algumas das cavernas mais lindas do Petar. É o único núcleo de visitação que possui área para camping dentro do parque.

Cavernas turísticas: Gruta Temimina e Casa de Pedra (sim, é possível visitar pelo Núcleo Caboclos).

Outras atrações: Trilha do Chapéu, Trilha do Maximiano, Pedra do Chapéu, Cachoeira Maximiniano, Cachoeira Sete Reis.

Núcleo Casa de Pedra

O Núcleo Casa de Pedra fica a aproximadamente 7 km da cidade de Iporanga. Compreende uma única caverna, a Casa de Pedra, que possui o maior pórtico do mundo (Guinness Book), com 215 metros de altura.

Cavernas do Petar

Entrada da Caverna Água Suja - Petar
Saindo da Caverna Água Suja

A grande maioria das mais de 300 cavernas do Petar não são liberadas ao turismo, apenas aos pesquisadores. Porém, há cavernas fantásticas que podem ser visitas com facilidade.

Algumas das cavernas turísticas possuem acessos facilitados por escadarias e passarelas. Outras proporcionam uma verdadeira aventura, sendo necessário acompanhar o leito do rio subterrâneo e contam até mesmo com cachoeiras.

Todas as cavernas exigem o acompanhamento de um guia.

Conheça um pouco das principais cavernas do Petar, onde a visitação é permitida:

Caverna Santana

Caverna Santana - Petar
Escada no interior da Caverna Santana

A Caverna de Santana é uma das cavernas mais lindas do Petar e também de mais fácil visitação.
Possuí um total de 9 km de extensão, é a maior caverna de São Paulo, dos quais somente 500 m são abertos à visitação.

Possui passarelas, escadarias e corrimões. A visitação ocorre ao longo de um trecho do Rio Roncador e numa galeria superior.

É rica em formações como estalactites, estalagmites, cortinas, além de outras formações curiosas.

  • Núcleo: Santana
  • Nível: Fácil
  • Percurso: 200 m de trilha e 500 m de caverna (ida e volta)
  • Duração: 1h50
  • Obs: Trilha seca pela caverna

Saiba mais sobre a caverna Santana

Caverna do Morro Preto

Caverna do Morro Preto - Petar
Vista da boca iluminada a partir do mirante interno da Caverna do Morro Preto

A Caverna do Morro Preto tem um dos mais belos pórticos de entrada entre as cavernas do Petar. Outro destaque é a vista de seu mirante interno que é um cartão postal do parque.

Possui um amplo portal com 15 m de altura, 830 m de extensão e desnível de 61 m. A visitação ocorre em um trecho de cerca de 200 metros, de grande beleza.

  • Núcleo: Santana
  • Nível: Fácil
  • Percurso: 400 m de trilha e 200 m de caverna (ida e volta)
  • Duração: 1h30
  • Obs: Trilha seca pela caverna

Caverna da Água Suja

Caverna da Água Suja - Petar
Trilha pelo leito do rio na Caverna da Água Suja

A Caverna da Água Suja é gigantesca, com grandes salões e cortada por um rio. Tem 2985 metros de extensão e mais de 100 m de desnível, possui 800 metros para visitação.

O desafio é chegar até sua cachoeira interna com caminhada por dentro do leito do rio na escuridão. Parte da bela Trilha do Rio Betari é o caminho para chegar até a caverna.

  • Núcleo: Santana
  • Nível: Médio
  • Percurso: 2,4 km de trilha e 1 km de caverna (ida e volta)
  • Duração: 3h
  • Obs: Molha até a cintura

Caverna do Couto

Caverna do Couto - Petar
Entrada da Caverna do Couto – Foto: Petar online

A Caverna do Couto é um conduto único com extensão de 471 m que atravessa o morro. A entrada e saída são em lugares diferentes e a mata dentro da caverna é uma das principais atrações.

  • Núcleo: Santana
  • Nível: Fácil
  • Percurso: 900 m de trilha e 470 m de caverna (ida e volta)
  • Duração: 1h
  • Obs: Não se molha

Caverna Temimina

Caverna Temimina - Petar
Um dos imensos salões da Caverna Temimina

A Caverna Temimina é uma das mais bonitas entre as cavernas do Petar. O roteiro passa por três cavernas entre salões e portais gigantescos.

Um de seus destaques é um espeleotema muito raro chamado de “chuveiro”, que forma uma ducha no teto da caverna.

Logo na entrada há também uma imensa claraboia que forma um jardim suspenso, com a entrada da luz.

  • Núcleo: Caboclos
  • Nível: Difícil
  • Percurso: 9 km (ida e volta)
  • Duração: 6h
  • Obs: Molha até a cintura – subidas íngremes

Leia o post completo sobre a Caverna Temimina

Caverna do Alambari de Baixo

Caverna Alambari de Baixo - Petar
Interior da Caverna Alambari de Baixo

A Caverna do Alambari de Baixo possui uma grande e bela entrada e um rio em seu interior. É rica em formações geológicas e riqueza de fauna subterrânea.

O roteiro tradicional por dentro desta caverna se dá pelo curso do rio com um trecho com água no peito, atravessando a montanha. Porém, quando o nível da água está mais alto é feito um roteiro seco alternativo.

  • Núcleo: Ouro Grosso
  • Nível: Médio
  • Percurso: 5 km (ida e volta)
  • Duração: 3h
  • Obs: Molha até o peito

Caverna do Ouro Grosso

Caverna Ouro Grosso - Petar
Trilha molhada na Caverna Ouro Grosso

Acessada pela trilha da Figueira, a Caverna do Ouro Grosso é acessada por uma entrada apertada. O caminha passa por caminhos estreitos entre pequenas corredeiras entre as formações.

A atração final é uma cachoeira onde é possível tomar um banho diferente dentro da caverna.

  • Núcleo: Ouro Grosso
  • Nível: Baixo
  • Percurso: 200 m (ida e volta)
  • Duração: 1h
  • Obs: Molha até a cintura

Caverna Casa de Pedra

Caverna Casa de Pedra
Caverna Casa de Pedra – Foto: Petar online

A Casa de Pedra possui o maior portal de caverna do mundo, com aproximadamente 250 metros de altura. A visitação é permitida somente em sua boca, porém a caverna atravessa a montanha.

  • Núcleo: Casa de Pedra
  • Nível: Difícil
  • Duração: 3h
  • Obs: Trilha seca

Guia no Parque Petar

É obrigatório estar com um guia credenciado contratado para visitar as cavernas do Petar. O ideal é pegar um guia experiente que conheça bem as trilhas e cavernas e os riscos de cada uma das cavernas.

Estivemos por 3 dias no Petar e visitamos 6 cavernas, distribuídas em 3 núcleos.

Caverna Temimina - Petar
Eu e o Guia João na entrada da Caverna Temimina

Nosso guia em todas as trilhas foi o experiente João Tijolli, que trabalha como guia no Petar a 20 anos. Recomendamos o serviço dele, um profissional experiente e uma pessoa fantástica.

Para falar com o guia e combinar valores, clique no botão abaixo, que leva direto ao WhatsApp do João. Envie a mensagem “via Viagens e Caminhos” para identificação, apresente-se e combine as aventuras!

 Contato João guia Petar

Ingressos do Parque Petar

Como medida Pós Covid, todos os ingressos do parque Petar passaram a serem reservados com antecedência.

Atualmente (fevereiro de 2021) o ingresso custa R$16 por pessoa para cada núcleo. Para fazer a reserva basta entrar em contato  no email: ingressosonline@fflorestal.sp.gov.com.br.

Roteiro pelas Cavernas do Petar

Caverna Água Suja - Petar
Entrada da Caverna Água Suja

Segue abaixo como foi o nosso roteiro no Petar. Foram 3 dias, porém, no terceiro, à tarde, visitamos a Caverna do Diabo, que é um parque separado, já no caminho da viagem de volta.

Primeiro dia – Núcleo Santana

  • Caverna Santana – 8h – (2h dur)
  • Caverna Morro Preto – 10h – (1,5h dur)
  • Caverna Água Suja – 13h – (3h dur). Obs: Molha até a cintura.

Segundo dia – Núcleo Caboclos

  • Cavernas Temimina – 8h – (9 km). Obs: Molha até a cintura.
    Se estiver no bairro da Serra, considere em torno de 1h45 de deslocamento.

Terceiro dia – Núcleo Ouro Grosso e Caverna do Diabo

  • Caverna Alambari – 8h – (3h dur). Obs: Molha até o peito.
  • Caverna Ouro Grosso – 11h – (1h dur). Obs: Molha até a cintura.
  • Caverna do Diabo – 15h – (1h dur)
Ponte na trilha da caverna Água Suja - Petar
Ponte na trilha da caverna Água Suja

Dicas finais sobre as cavernas do Petar

  • A maior parte do percurso das trilhas é pela sombra da mata e dentro das cavernas.
  • Há muitos insetos no parque, leve repelente.
  • Leve roupas que sequem rápido, principalmente as calças.
  • Use uma botina ou tênis que tenha uma boa aderência. Há pedras lisas em algumas cavernas.
  • Dentro da área do parque não há lancheria ou restaurante. Você terá que levar um lanche para o dia, que poderá deixar no carro para comer entre uma caverna e outra.
  • No bairro da serra há um mercado onde eles preparam lanches para trilha.

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Editor, fotógrafo e videomaker do Viagens e Caminhos. Apaixonado por viagens com toques de aventura, criou esse blog para compartilhar suas experiências e ajudar os leitores a organizar suas viagens

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